Olá Fintrenders,
Quando comecei a montar esse mapa, a ideia era simples: dar um panorama do ecossistema de stablecoins de Real no Brasil. Daí veio o primeiro desafio. Quantas stablecoins de BRL temos hoje em circulação? Mais de dez. Eh, leu certo. E quando terminei de escrever, já tinham aparecido outras. O título do report já nasceu defasado, e isso, por si só, eh a melhor síntese do momento que estamos vivendo.
O que esse número diz, na prática? Que o setor privado pegou o volante. O DREX teve começo, meio e fim, e no caminho enterrou a ideia de uma CBDC de varejo lastreada no Real. Quem assumiu o protagonismo foram os emissores privados, divididos entre tokens de acesso aberto (BRZ, BRLA, BRL1, cREAL, VRL, BRLM) e tokens de uso interno, voltados a fluxos institucionais e corporativos (BRLV, BBRL, BRLN, BRLD, ABRL, BRD, BRS). Dois grupos com lógicas diferentes, mas que apontam para o mesmo lugar: o dinheiro está chegando rápido à blockchain, abrindo caminho para todo o mundo de tokenização que vem por ai.
E o Brasil, com PIX integrado e um ecossistema de BRL stablecoins já diversificado, está bem posicionado para ser não apenas usuário, mas protagonista dessa transição. As perguntas em aberto continuam grandes (privacidade, componibilidade, interoperabilidade para citar algumas), mas a direção está clara.
O report completo, com tabelas, dados on-chain e a leitura sobre as Resoluções 519/520/521 e a 561 (que, apesar do barulho, não baniu nada), está no link abaixo.
Boa leitura, e me conta o que achou.
Abraços,
Gustavo Cunha
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